terça-feira, 10 de maio de 2016

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Faça dos seus dias, momentos de paz!


Você já percebeu que se desgastar com o que não vale a pena, estraga seu dia, te deixa mal humorado, e muitas vezes te adoece?

Então pare, reflita e veja o que realmente vale a pena você se desgastar. Com isso você verá que muitas vezes, ficando em silêncio ou até mesmo se preservando, será o melhor caminho.
Coloque hoje suas prioridades, seus desejos em primeiro lugar.

Somente você, poderá fazer por você mesmo e não mais ninguém.
Junte sua força e sua energia para solucionar tudo o que você há dias está "enrolando" pra resolver.
No amor, muitas vezes o silêncio fala mais do que muitas palavras.

Escute mais, fale menos, ainda mais quando se está numa fase explosiva ou quando não se tem a certeza das palavras, sendo assim, o silêncio é a melhor resposta.

Você é responsável pelo seu destino! Hoje, aqui, agora e sempre, você tem e você é aquilo que você planta, e exatamente por isso, analise melhor as suas condutas a partir de agora.

Só você poderá construir seu caminho de flores.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Conexão interior...



Quando algo falta em nós, quando estamos em estado de falta, estamos carentes, nos tornamos dependentes desta falta e fazemos um monte de besteiras para supri-la. O ego se torna 'patrão' e até se faz de vítima para conseguir o que quer, faz de tudo para saciar esta falta, como se fosse possível. Isto tem acontecido no mundo.

No caminho para estabelecer a nossa CONEXÃO INTERIOR, o primeiro passo é tornar-se consciente deste estado de falta, tornar-se consciente da nossa sede. A nossa sede não deixará de existir. É impossível. 

A nossa sede deve ser fonte de criatividade. O amor é infinito, Deus é eterno, o nosso potencial é ilimitado. Acontece que quando estamos em estado de falta não estamos conectados com a energia criadora, mas, sim, com a energia que destrói. E destruímos, primeiro, a nós mesmos. Depois as nossas relações. E por fim o mundo, a nossa casa. 


Quando eu era criança, minha vó me dizia que Deus criou o mundo em seis dias e no sétimo dia ele foi descansar. É verdade. Cabe a nós continuar o processo de criação, cada vez mais de uma forma evoluída, conectados e a sede não pode acabar. Através da nossa CONEXÃO INTERIOR o estado de falta deve se transformar nesta sede, nesta sede de amar, de criar, de promover a Vida, de experimentar, de se encontrar .

sábado, 1 de agosto de 2015

As causas reais das doenças são


• Controlar os outros
• Excesso de entusiasmo
• Indecisão
• Terror
• Dúvida
• Inquietude
• Impaciência
• Fraqueza de caráter
• Medo
• Ignorância
• Indiferença
• Tristeza

Se permitirmos, essas causas irão refletir no corpo, causando aquilo que chamamos de doença. Não compreendendo as causas reais, atribuímos a desarmonia a influências externas (micro-organismos, frios, calor, etc.) e vamos dando nome aos resultados (artrite, câncer, asma, etc.) pensando que a doença começa no corpo físico.
Edward Bach

Trabalho com consultas online pelo facebook,whatts ou email.Entre em contato e tire suas duvidas.

Terapeuta Floral Anelise Feijó

Email. anelisevfeijo@gmail.com

 Facebook:  https://www.facebook.com/Anelisefeijoterapeutafloral 

terça-feira, 28 de julho de 2015

Faxina

Estava precisando fazer uma faxina em mim…
Jogar fora alguns pensamentos indesejados,
Tirar o pó de uns sonhos,
lavar alguns desejos que estavam enferrujando…
Tirei do fundo das gavetas lembranças que não uso e não quero mais.
Joguei fora ilusões, papéis de presente que nunca usei, sorrisos que nunca darei…
Joguei fora a raiva e o rancor nas flores murchas
Guardadas num livro que não li.
Peguei meus sorrisos futuros e alegrias pretendidas e as coloquei num cantinho, bem arrumadinhas.
Fiquei sem paciência! Tirei tudo de dentro do armário e fui jogando no chão:
paixões escondidas, desejos reprimidos, palavras horríveis que nunca queria ter dito, mágoasde uma amiga sem gratidão, lembranças de um dia triste…
Mas lá havia outras coisas… belas!!!
Uma lua cor de prata… os abraços…
aquela gargalhada no cinema, o primeiro beijo…
o pôr do sol… uma noite de amor .
Encantada e me distraindo, fiquei olhando aquelas lembranças.
Sentei no chão,
Joguei direto no saco de lixo os restos de um amor que me magoou.
Peguei as palavras de raiva e de dor que estavam na prateleira de cima –
pois quase não as uso – e também joguei fora!
Outras coisas que ainda me magoam, coloquei num canto para depois ver o que
fazer, se as esqueço ou se vão pro lixo.
Revirei aquela gaveta onde se guarda tudo de importante: amor, alegria, sorrisos, fé…..
Como foi bom!!!
Recolhi com carinho o amor encontrado,
dobrei direitinho os desejos,
perfumei na esperança,
passei um paninho nas minhas metas
e deixei-as à mostra.
Coloquei nas gavetas de baixo lembranças da infância;
em cima, as de minha juventude, e…
pendurado bem à minha frente,
coloquei a minha capacidade de amar… e de recomeçar…

Martha Medeiros

Comprometa-se consigo mesmo!

“Se há uma coisa que você pode fazer a cada novo dia é se comprometer consigo mesmo que, aconteça o que acontecer, vai ficar calmo, firme, determinado, focado no seu melhor e dar ao mundo a sua melhor face. 
E quando vier uma foice, uma ventania, se lembrar desses votos e dizer a si mesmo - ainda assim, a minha decisão é permanecer calmo e focado no meu melhor, focado no meu melhor, focado no meu melhor. Porque o destino é um barco no mar, sujeito a calmarias, mas também a trovoadas, com ondas inesperadas. 
Levanta, segura o leme e vai em frente. Apenas não esqueça de apreciar as paisagens dessa insólita viagem.” 

Nilsa Alarcon e J. C. Alarcon

Trabalho com consutas online com indicação  dos florais de Bach.

Terapeuta floral Anelise Feijó

terça-feira, 7 de julho de 2015

intolerância/tolerância



Tolero para não eliminar os outros ou o outro que me molesta por sua maneira de existir ou simplesmente por sua existência em minha circunstância. Tolero porque o outro se apresenta talvez como aquele que eu não gostaria que estivesse em minha história e tenho que conviver com ele apesar dos pesares. Tolero porque intuo às vezes que o outro do qual me afasto é em parte minha sombra, meu rosto oculto, a expressão negada de meu próprio eu. A tolerância nesse sentido já nutre as raízes da intolerância.

No processo de intolerância/tolerância o centro é sempre o eu individual e coletivo ou aquilo que julgamos talvez impropriamente como sendo o nosso eu. É o eu que tolera um outro eu ou o eu que é intolerante com outro eu e com tudo o que ele significa. Há uma relação íntima entre pessoas que se toleram e pessoas que são toleradas. No fundo um é o outro. Desta forma, a intolerância não é apenas um processo que se passa no interior da subjetividade humana, mas se manifesta em comportamentos públicos pessoais e grupais de uns para com os outros. Há uma irracionalidade, uma razão sem razão em todos os processos de tolerância e intolerância.

Uma frase do Evangelho de Jesus me vem à memória: “Por que vês a palha no olho de teu irmão e não vês a trave em teu próprio olho?” (Mateus 7,3) Ou, em outros termos, por que somos capazes de apontar o limite do outro e de certa forma desculpar-nos de nosso próprio limite? Por que mantemos hierarquias de diferentes tipos entre nós e os outros? 

Criamos um mar de discórdias entre nós e pouco a pouco vamos desacreditando de nossas possibilidades de respeito e solidariedade. Instauramos o inferno das guerras étnicas, das guerras entre os sexos, das guerras religiosas!
Para muitos de nós a descrença na capacidade humana de desenvolver relações de justiça e igualdade está se tornando moeda corrente. “O homem lobo para o homem” tem se tornado uma conduta comum de vida. Fechamo-nos, defendemo-nos e nos atacamos mutuamente num acirramento de identidades étnicas, sexuais, religiosas cada uma tentando afirmar algo de nós, mas nenhuma suficiente para dar razão à nossa desumanidade. 

A tolerância e a intolerância são na realidade duas faces da mesma moeda. Mas, qual é a moeda?  É a moeda da mentira, a moeda falsa, enferrujada por dentro e pintada de ouro por fora. É a moeda enganosa que cria ilusões sobre o poder humano e sua capacidade de dominar a terra e seus habitantes. É a moeda que se tornou mediação das relações humanas cada vez mais sem alma, isto é, sem a honestidade da verdade da interdependência que nos permite existir. Moeda que nada mais é do que uma ilusão passageira, ilusão altamente destrutiva de todas as vidas.
A partir de nossos sonhos queremos restaurar a moeda das trocas diretas, a moeda capaz de ser farinha e pão, água e vinho, cuidado com a terra e todos os seus habitantes. A moeda da ecologia da terra e da ecologia humana capaz de apostar na força de nossa diversidade e no respeito a ela como único caminho para manter a vida viva.

As palavras tolerância e intolerância poderiam ter assim gradativamente seu significado original restaurado. Poderiam ser convite cotidiano para que sejamos apoio para os outros, paciência e perdão. E quando o vírus da intolerância se  manifestar de novo, sermos capazes de lembrar que palhas e traves existem em todos os olhos, mas que além delas existe a beleza do olhar ou existe simplesmente a misteriosa e frágil chama da vida em cada um de nós.


Ivone Gebara

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